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zassu

23
Set19

ANTT - Outros documentos importantes no ANTT - Documentos +

 

 

 

ARQUIVO NACIONAL TORRE DO TOMBO

 

 

OUTROS DOCUMENTOS IMPORTANTES NO ANTT

 

 

 

3.7. - Doc(umentos) +

 

 

 

O mais antigo da Torre do Tombo

 

Carta de fundação da Igreja de Lardosa. 3 de março de 882. Oriundo da Ordem de São Bento, Mosteiro de Cete.

 

Imagem XXI - Um fólio da Carta de fundação da Igreja de Lardosa

 

Imagem XV - Um fólio da Carta de fundação da Igreja de Lardosa

Fonte:- Arquivo Nacional Torre do Tombo, 2016b [documento - http://digitarq.arquivos.pt/viewer?id=1461566; fólio:- PT-TT-MSPC-1-1_m0001.tif]

 

 

 

O mais antigo original em que D. Afonso Henriques surge como Rei

 

Carta de couto de Villa Menendi e Santa Maria de Estela a favor do Mosteiro de Tibães. 7 de julho de 1140. Oriundo da Ordem de São Bento, Mosteiro de Tibães.

 

Imagem XXII - Um fólio da Carta de couto de Vila Menendi e Santa Maria de Estela a favor do Mosteiro de Tibães

 

Imagem XVI - Um fólio da Carta de couto de Vila Menendi e Santa Maria de Estela a favor do Mosteiro de Tibães

Fonte:- Arquivo Nacional Torre do Tombo, 2016b [documento - http://digitarq.arquivos.pt/details?id=4617984; fólio:- PT-TT-MSMT-002-0001-2_m0001.tif]

 

 

 

O mais antigo com a palavra-sinal de Portugal

 

Carta de doação pelo Infante D. Afonso Henriques a Egas Ramires da Igreja de São Bartolomeu de Campelo. 28 de julho de 1129. Oriundo da Ordem dos Pregadores, Mosteiro de Santo André de Ancede.

              

  Imagem XXIII - Um fólio da Carta de doação pelo Infante D. Afonso Henriques a Egas Ramires

Imagem XVII - Um fólio da Carta de doação pelo Infante D. Afonso Henriques a Egas Ramires

Fonte:- Arquivo Nacional Torre do Tombo, 2016b [documento -http://digitarq.arquivos.pt/details?id=1457660; fólio:- PT-TT-MSAA-1-2-_m0001.tif]

 

 

 

Os mais antigos escritos em português

 

Notícia de fiadores, 1175. Oriundo da Ordem de São Bento, Mosteiro de São Cristóvão de Rio Tinto.

 

Imagem XXIV - Um fólio da Notícia de fiadores

 

Imagem XVIII - Um fólio da Notícia de fiadores

Fonte:- Arquivo Nacional Torre do Tombo, 2016b [documento - http://digitarq.arquivos.pt/details?id=4380613; fólio:- PT-TT-MAMP-MSCRT-001-0002-10_m0001.tif]

 

 

 

Notícia de Torto. [c. 1214-1216?]. Oriundo da Ordem de São Bento, Mosteiro de São Salvador de Vairão.

 

Imagem XXV - Um fólio da Notícia de Torto

Imagem XIX - Um fólio da Notícia de Torto

Fonte:- Arquivo Nacional Torre do Tombo, 2016b [documento - http://digitarq.arquivos.pt/details?id=1461698; fólio:- PT-TT-MSV-003-0002-00040_m0002.tif ]

 

 

 

Testamento de D. Afonso II. 27 de junho de 1214. Da Mitra Arquiepiscopal de Braga.

 

Imagem XXVI - Um fólio do testamento de D. Afonso II

 

Imagem XX - Um fólio do testamento de D. Afonso II

Fonte:- Arquivo Nacional Torre do Tombo, 2016b [documento - http://digitarq.arquivos.pt/viewer?id=1437285; fólio:- PT-TT-MAB-1-48_m0002.tif]

 

 

 

O mais antigo em papel

 

Atestação, feita pelo tabelião Vicente Rodrigues, de um protesto de Nuno Soares, guardião da Igreja de Santiago de Beja, contra uma decisão do bispo de Évora, numa causa com Abril Pires. 23 de março de 1268. Da Ordem de Cister, Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça, 2ª incorporação.

 

Imagem XXVII - Um fólio da Atestação do tabelião Vicente Rodrigues

 

Imagem XXI - Um fólio da Atestação do tabelião Vicente Rodrigues

Fonte:- Arquivo Nacional Torre do Tombo, 2016b [documento - http://digitarq.arquivos.pt/details?id=1458867; fólio:- PT-TT-MSMALC-2M44-1117_m0001]

 

 

 

O mais antigo tratado diplomático - Tratado de Windsor (1380)

 

Tratado de paz, amizade e confederação entre D. João I e Eduardo II, rei de Inglaterra, denominado Tratado de Windsor. 9 de maio de 1386/24 de fevereiro de 1387.

 

 

Imagem XXVIII - Um fólio do Tratado de Windsor (1380)

 

Imagem XXII - Um fólio do Tratado de Windsor (1380)

Fonte:- Arquivo Nacional Torre do Tombo, 2016b [documento - http://digitarq.arquivos.pt/details?id=4186035; fólio:- PT-TT-GAV-18-3-25_m0001]

 

 

 

O mais comprido - 36 metros

 

Demanda entre D. Constança Suerii, abadessa do Mosteiro de Lorvão, e o Cabido da Sé de Coimbra [1304-1318]. Do Cabido da Sé de Coimbra, 2ª incorporação.

 

Figura XXIX - Documento/Demanda entre D. Constança Suerii, abadessa do Mo

Imagem XXIII - DocumentoDemanda entre D. Constança Suerii_ abadessa do Mosteiro de Lorvão_ e o Cabido da Sé de Coimbra

Fonte:- Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas/Arquivo Nacional Torre do Tombo, 2014, p. 29 [recomposição]

 

 

O com mais selos

 

 

Auto de aclamação de D. João I. 6 de abril de 1385. 10 selos pendentes.

 

Imagem XXIV - Auto de Aclamação de D. João I

Imagem XXIV - Auto de Aclamação de D. João I

Fonte:- Fonte:- Arquivo Nacional Torre do Tombo, 2016b [documento - http://digitarq.arquivos.pt/viewer?id=4185895; fólio:- PT-TT-GAV-13-10-12_m0001]

 

 

 

O mais volumoso - 11. 149 fólios

 

Inventário de bens de Eusébio de Sousa. 1816-1828. Feitos Findos, Inventários post mortem.

 

Imagem XXV - Inventário de bens de

Imagem XXV - Inventário de bens de Eusébio de Sousa

Fonte:- Fonte:- Arquivo Nacional Torre do Tombo, 2016b [documento]

 

22
Set19

ANTT - Outros documentos importantes no ANTT - Livro das Aves

 

ARQUIVO NACIONAL TORRE DO TOMBO

 

 

 

OUTROS DOCUMENTOS IMPORTANTES

 

 

3.6.- O Livro das Aves

 

 

Imagem XX - Fólio do Pombo e o Gavião

Imagem XIV - Fólio do Pombo e o Gavião

Fonte:- https://pt.wikipedia.org/wiki/Livro_das_Aves

 

 

É um códice em pergaminho de 1130-1140, escrito e dedicado a Rainerus, por Hugo Folieto. Diz-nos Daniela M. Porto que “Ao longo de toda a obra faz uso das aves em alegorias morais, para delas obter ensinamentos e servir de exemplo a cónegos e monges. Uma obra onde tudo tem um significado e onde tudo se representa com exemplos iluminados. Dispõe de assuntos de outros tempos, dividida por duas partes. Por um lado, temos a Bíblia como base principal da primeira parte da obra, mencionada com frequência; por outro uma segunda parte, onde o autor faz uso da Natureza das coisas de Rabano Mauro, bem como do bestiário das Etimologias de Santo Isidoro” (Porto, 2013, p. 65) 

17
Set19

ANTT - Outros documentos importantes no ANTT - Bula Manifestis Probatum

 

 

ARQUIVO NACIONAL TORRE DO TOMBO

 

 

OUTROS DOCUMENTOS IMPORTANTES NO ANTT

 

 

3.4.- Bula “Manifestis Probatum” - a Certidão de nascimento de Portugal (1179)

 

Imagem XVIII - Um fólio da Bula “Manifestis Probatum”

 

Imagem XII - Um fólio da Bula “Manifestis Probatum”

Fonte:- Arquivo Nacional Torre do Tombo, 2016b [documento - http://digitarq.arquivos.pt/viewer?id=3908043; fólio:- PT-TT-BUL-0016-20_m0002.tif].

 

É com a Bula Manifestis Probatum que o Papa Alexandre III confirmou o Reino de Portugal ao Rei D. Afonso Henriques e seus Herdeiros.

No sítio do Arquivo Nacional Torre do Tombo pode ler-se: “Em 1128 D. Afonso Henriques tomou conta do Condado Portugalense, e logo procurou obter o reconhecimento da sua independência. Em 1139, com a vitória na batalha de Ourique, o seu prestígio aumentou e ele passou a intitular-se rei de Portugal, título que foi reconhecido pelo Tratado de Samora por seu primo, Afonso VII, imperador de todas as Espanhas. No entanto faltava ainda o reconhecimento por parte do papa, uma vez que D. Afonso Henriques continuava a temer hipotéticas pretensões de seu primo, pois como tenente de Astorga, era ainda vassalo de Afonso VII. Em 1143 faz juramento de vassalagem ao papa, e no ano seguinte, em carta Claves regni celorum renova o juramento e compromete-se a pagar o censo anual de quatro onças de ouro, pedindo como contrapartida a protecção pontifícia e a garantia de que nenhum poder espiritual ou temporal interferiria no seu território. O portador da carta foi o arcebispo de Braga, D. João Peculiar, mas a iniciativa não teve sucesso por contrariar a política de Roma: a Santa Sé entendia que se impunha a união dos reinos cristãos da Península Ibérica, sob a dependência de Afonso VII, para se conseguir uma vitória sobre os muçulmanos. Lúcio II, pela bula Devotionem tuam, de 1 de Maio de 1144, aceita a vassalagem, o censo e a doação do território, mas dá ao rei simplesmente o título de "dux Portugallensis", e ignora as contrapartidas pedidas por D. Afonso Henriques. Sem desistir, o rei informa o papa de que alargara as fronteiras até ao Baixo-Alentejo, valorizando assim o território que doara à Santa Sé. Por ocasião da canonização de S. Rosendo, em 1173, o Cardeal-Legado, Jacinto, já incluiu D. Afonso entre os reis peninsulares, e finalmente Alexandre III concedeu-lhe o título de rei de Portugal, não a título de graça, mas por ter ficado provado, "manifestis probatum", que os seus feitos amplamente o mereciam. Esta bula, datada de Roma, 23 de Maio, é a Magna Carta de Portugal como estado de direito, livre e independente” (Arquivo Nacional Torre do Tombo, 2016a, p. 1).

Apresentamos, parte do centeúdo da Bula: “(...) Está claramente demonstrado que, como bom filho e príncipe católico, prestaste inumeráveis serviços a tua mãe, a Santa Igreja, exterminando intrepidamente em porfiados trabalhos e proezas militares os inimigos do nome cristão e propagando diligentemente a fé cristã, assim deixaste aos vindouros nome digno de memória e exemplo merecedor de imitação. Deve a Sé Apostólica amar com sincero afecto e procurar atender eficazmente, em suas justas súplicas, os que a Providência divina escolheu para governo e salvação do povo. Por isso, Nós, atendendo às qualidades de prudência, justiça e idoneidade de governo que ilustram a tua pessoa, tomamo-la sob a protecção de São Pedro e nossa, e concedemos e confirmamos por autoridade apostólica ao teu excelso domínio o reino de Portugal com inteiras honras de reino e a dignidade que aos reis pertence, bem como todos os lugares que com o auxílio da graça celeste conquistaste das mãos dos sarracenos e nos quais não podem reivindicar direitos os vizinhos príncipes cristãos. E para que mais te afervores em devoção e serviço ao príncipe dos apóstolos S. Pedro e à Santa Igreja de Roma, decidimos fazer a mesma concessão a teus herdeiros e, com a ajuda de Deus, prometemos defender-lha, quanto caiba em nosso apostólico ministério. (...) Determinamos, portanto, que a nenhum homem seja lícito perturbar temerariamente a tua pessoa ou as dos teus herdeiros e bem assim o referido reino, nem tirar o que a este pertence ou, tirado, retê-lo, diminuí-lo ou fazer-lhe quaisquer imposições. (...) Alexandre Papa III. (...) Dada em Latrão, por mão de Alberto, Cardeal presbítero e Chanceler da Santa Igreja Romana, a 10 das kalendas de Junho [23 de Maio], indicção XI, ano M.C.LXX.VIIII da Encarnação do Senhor e XX do Pontificado do Papa Alexandre III” (Gonçalves, 1981).

A influência da Santa Sé, e principalmente do Papa, com Alexandre III, é tão importante que leva, assim, D. Afonso Henriques a tornar-se seu vassalo, obtendo deste o apoio indispensável para garantir a independência expressa da única autoridade que, na época, podia conceder-lha, já que a tinha adquirido de facto.

 

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